Me matas hoje com tua ausência
E até com beijos me mataste um dia.
Em teus atos sustentas esse amor assassino,
Vil abraço, apertado e impune.
Me matas porque é só o que sabes:
Retirar-me o sopro da fria vida
Que só me é dado ao ouvir teu nome,
Porque o resto é sepulcral silêncio.
Me matas em alma e corpo,
E eu sempre retorno,
Aos pedaços do inferno,
Para esperar que me mates de novo.
Edi